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terça-feira, 15 de novembro de 2011

projeto: Resgate da Cultura Indigena

Crenças
As crenças religiosas e superstições tinham um importante papel dentro da cultura indígena. Fetichistas, os indígenas temiam ao mesmo tempo um bom Deus – Tupã – e um espírito maligno, tenebroso, vingativo – Anhangá, ao sul e Jurupari, ao norte. Algumas tribos pareciam evoluir para a astrolatria, embora não possuíssem templos, e adoravam o Sol (Guaraci – mãe dos viventes) e a Lua (Jaci – nossa mãe).
Tupã
O culto dos mortos era rudimentar. Algumas tribos incineravam seus mortos, outras os devoravam, e a maioria, como não houvesse cemitérios, encerrava seus cadáveres na posição de fetos, em grandes potes de barro (igaçabas), encontrados suspensos tanto nos tetos de cabanas abandonadas como no interior de sambaquis. Os mortos eram pranteados obedecendo-se a uma hierarquia. O comum dos mortais era chorado apenas por sua família; o guerreiro, conforme sua fama, poderia ser chorado pela taba ou pela tribo. No caso de um guerreiro notável, seria pranteado por todo o grupo. 

domingo, 23 de outubro de 2011

Cultura indigena

MEMORIA E HISTORIA: UM RESGATE DA CULTURA INDIGENA

Diante da importância de resgatar as nossas origens ressaltando o elemento indígena como primordial, na construção cultural e identidaria do povo brasileiro, e que procurei trabalhar a historia do contato numa reflexão a cerca da cultura indigena numa novo estrutura montada, a estrutura colonial, possibilitando assim que os aspectos da identidade cultural desses grupos percebidos e analisados fora de uma historiografia  oficial etnocêntrica. Os índios foram vistos como seres totalmente passivos a ação historica do branco europeu quando na verdade sabemos que através do contato com o “outro” os povos  indígenas foram capaz de criar ações que transformaram a realidade. No contato com o colonizador os Tupi do litoral do Acre produziram novos modos de adaptação e essa nova estrutura montada,  dado um  novo significado aos seus modos de ser e fazer culturais, entendidos nesse trabalho como formas e estratégias de sobrevivência nessa nova sociedade. Partindo desta idéia acreditando que a cultura indígena não se perdeu ou se fundiu simplesmente, entretanto assumiu novas formas e funções no contexto da colonização.